DESCRITORES

É apresentado uma estrutura hierárquica de valor, definidos indicadores em escalas ordinais, definidos os níveis de referência e identificado o status quo.

Essa etapa visa a construção dos descritores, ou seja, das escalas ordinais, analisando todos os conceitos (necessidades) de cada cluster que foram definidos na etapa anterior, considerando aquilo que o gestor entende como relevante a ser mensurado.

Trata-se de uma etapa que envolve grande interação entre os consultores e o gestor, de maneira que cada um dos Pontos de Vistas Elementares (PVE) possua um descritor fornecendo o entendimento claro daquilo que corresponda à preocupação do gestor e também uma função matemática de valor atrelada ao descritor, obtida usando um método de julgamento semântico.

A função de valor permite obtermos informações acerca das diferenças de atratividade entre os níveis dos descritores. Tais níveis são classificados em: (i) bom, quando posicionado acima deste nível significa que a situação expresa um desempenho considerado pelo gestor como excelente; e, (ii) neutro, quando posicionado abaixo deste nível significa que a situação reflete um desempenho compreendido pelo gestor como comprometedor. Entre ambos os níveis (bom e neutro) a situação manifesta-se dentro da normalidade, ainda segundo a percepção do gestor.

Esgotada a capacidade de gerar conhecimento de forma ordinal, as escalas são transformadas em escalas cardinais, possibilitando a priorizações das ações. Logo, o modelo de avaliação da agilidade que era qualitativo passa a ser um modelo quantitativo, com auxílio da ferramenta M-MACBETH (método multicritério de apoio à decisão).

Ainda nessa etapa é mapeado o status quo da área em foco, envolvendo o gestor e intervenientes.

RESULTADOS

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